terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Seremos Deuses?

Sim, pupulou em minhas sinapses a ideia da imortalidade durante o Jornal da Cultura. Daí joguei lá no Face a coisa toda!

O gênio Eugênio comenta o que seria de nós, humanos, quando a nossa tecnologia atingisse o ápice de trazer-nos a imortalidade. Chips no cérebro, implantes musculares... Todas essas traquitanas são suficiente para eliminar nosso status de humanos, promovendo-nos a deuses? Seríamos dignos do título?

Segundo Bucci, estaríamos perdendo a identidade e a visão de que somos finitos, condição intocável desde a mitologia grega. É de se pensar, já que os deuses supostamente devem ser seres justos, virtuosos e superiores, imaterialistas (ao menos alguns).


Tiago Marquese sugere que "viver indefinidamente significa, de certa forma, escolher quando morrer, morrer quando der vontade. Isso já existe: alguns chamam de suicídio, outros de eutanásia".


Saibamos: escolher viver, escolher morrer, prolongar ou resumir a experiência do viver é, sim, brincar de deus.

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