terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Reclamação - O Estado de São Paulo (revistas e jornais)

Hoje, dia 06 de dezembro, por volta das 15h45, eu recebi o telefonema da atendente Luana, do Estado de São Paulo, que informou que a empresa está com uma campanha e me ofereceu a assinatura do Jornal O Estado de São Paulo. Eu receberia o primeiro mês gratuitamente e a partir de 10 de janeiro, passaria a pagar mensalidades pelo serviço. Após explicar os detalhes, me passou para uma outra atendente, que validou meus dados bancários, endereço, CPF, etc (ela se chama Camila). Esta, por sua vez, me transferiu para um outro rapaz (não me lembro o nome), que validou novamente os dados já conferidos anteriormente e me "parabenizou" pela aquisição da assinatura. Para minha surpresa, ele informou que me transferiria novamente para a quarta pessoa, alguém da área de qualidade (não entendi ou não prestei atenção). Antes de me transferir, ele pediu para que eu "mentisse" quando a pessoa que estava prestes a me atender perguntasse se fui bem atendida, sob a desculpa de que se ele fosse mal avaliado, poderia ser demitido. Eu retruquei: "você tá brincando comigo?". Ao que ele respondeu que não, insistindo para que eu o avaliasse bem. Apesar de me atender bem, achei tudo isso muito estranho. Nesse momento, decidi cancelar a assinatura. A pessoa que me atendeu por último me informou, após uma tentativa de retenção, que faria o cancelamento e que, para qualquer problema, um atendente entraria em contato comigo. Pois, às 17h aproximadamente, o atendente Leandro entrou em contato para confirmar a venda. Ao que eu confirmei meu desejo de cancelamento por desistência ou arrependimento da compra. Aí é que cabe a reclamação: Leandro não só se recusou a cancelar o pedido, como disse, em tom de ameaça: "Eu estou com os seus dados, não vou transferir a ligação". Ainda afirmou que eu não podia cancelar uma vez que o cadastro havia sido feito. Quando eu mencionei o Código de Defesa ao Consumidor e o PROCON, ele, irritado e ríspido, informou que estava cancelado o pedido e que meu cadastro ficaria "em aberto". Eu pedi o número do chamado, ao que ele respondeu, também ríspido, que o chamado não tinha número. Me senti ameaçada, destratada e desrespeitada pelo Leandro. É claro que você, como consumidor, pode se arrepender de uma compra e cancelar, devolver, estornar a qualquer momento. Espero que esta empresa não volte a me oferecer produtos e fico muito receosa de como são tratados os atendentes pela política da empresa, já que um deles me mostrou um grande medo de ser demitido.

É importante que você, consumidor, sempre conheça seus direitos e deveres.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Vende-se:

Memória da infância,
Cristais e bombonieres, Baccarat, Bico de Jaca... Estilhaçados na lembrança,
História familiar,
Poltrona de veludo, desveludada, peculiar,
Papel de parede, amarelado e reformado,
Oratório, arte sacra, empoeirado.

Vende-se com urgência:
Fumante na janela,
Gomas na lapela,
Aulas frustradas de violão,
Led Zeppelin e The Beatles no bolachão,
Polar de sábado,
Sorvete de uva e bombocado.

Aceita-se conformismo como pagamento.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Um assunto...

... que me faz parar tempo precioso o suficiente para escrever sobre;
... que me irrita a ponto de não parar de pensar sobre;
... que foge da mente e eu brigo com ela para que ele volte;
... que me inspira quando vejo seus traços uma mídia qualquer;
... que eu evito;
... que eu invento;
... que eu inverto;
... que eu pretendo transformar em poesia;
... em piada ou ironia;
... para puxar conversa;
... para desviar a atenção;
... para conversar sobre;
... para rir dele;
... chorar com ele;
... seja qual for o assunto:
Banal
Boçal
Original
Bestial
Fenomenal
Existencial
Filosofal
Musical
Ornamental
Essencial...

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Apelar para o lado bom

O Mano, Happy Feet, sábio que é em sua pinguineza toda, apela para o lado bom das pessoas sempre que acha necessário.

Este tipo de apelo é um difícil exercício de desprendimento, em que é preciso deixar cair a barreira do preconceito e observar os valores do próximo, praticando a compaixão com ações em harmonia com a situação como um todo.

Uma virtude, certamente!

Além de toda a dificuldade que uma grande virtude deve ter, adiciona-se a tudo isso a nossa serenidade de aquiescer a mente para dar o primeiro passo, mesmo que seja como o passo de um pinguim, meio desengonçado.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

livro... de receitas?

Acho que o meu projeto pessoal literário vai esperar um pouco mais. O Menu dos Anjos tem sido um filho bem carente nesse primeiro ano de vida!

A vida toda muda quando há uma dedicação assim tão integral para um negócio inicial.

A experiência toda vale mais um livro, isso eu garanto!


domingo, 19 de junho de 2011

Uma música para um livro

Há 10 ou 11 anos, escrevi um projeto que acabou tornando-se um livro... curto, mas com certo futuro! tenho pensado bastante nele e vou passar a publicar capítulo por capítulo aqui na Colmeia de Letras, assim que revisar o trabalho.

terça-feira, 10 de maio de 2011

As depressões

Em mim, dentro de meu espírito, já tive - o que podemos chamar de - contato com dois tipos de depressão.
Uma é aquela que te assusta, não te pertence, contra a qual você luta para dela se livrar.
A outra é mais densa, má e hostil. Ela te abraça faz com que você ame suas lágrimas. Esta segunda depressão, se te parece a mais terrível, confirmo que é! Nem me lembro direito de quando fui vítima de tal vale das trevas.

Recuperada da Viúva Desesperada, conhecida por Doença do Século estou, mas eis que a sua prima, a pequena e assustadora e enrugada "depressãozinha", atravessa-me o caminho vez ou outra!

Banho de sais, um incenso, um abraço, uma música são capazes de afastá-la. Parece que tenho me livrado de pequenos demônios diariamente desde o começo deste ano.

Espero que o exercício me fortaleça, pois às vezes sinto as forças quebrarem dentro de mim.
Vou lá, agora, acender mais um incenso.


terça-feira, 3 de maio de 2011

O sorriso

Por que a gente sorri para as fotos? Claro, não podemos tomar o caso pelo todo, mas a maioria está lá, a mostrar os dentes. No mínimo, um sorriso, vá!

A nossa imagem, que será publicada em redes sociais principalmente, mostra as intenções de relacionamento que buscamos. Estamos abertos ao contato, mostrando nosso resumido cartão postal, composto por nossa própria face. É por isso o sorriso?

E não é só para fotos que precisamos sorrir. Ao atender um cliente ou parceiro, ao dar passagem a um pedestre ou cumprimentar um vizinho no elevador sorrimos.

Para quem menos sorrimos é quem mais amamos. Descontamos nos mais próximos nossas angústias, já que sabemos que estarão ali para nos dar suporte. Não precisamos fingir o sorriso... Porém, diante de tudo isso, precisamos sim, trazer sorrisos e risos sinceros para os nossos pares e amores. Garantimos, assim, que eles estarão lá para acolher possíveis e abundantes lágrimas que virão por aí.


segunda-feira, 14 de março de 2011

Hoje é dia...

... dia de poesia...
decanta o sentimento,
dilui a lágrima,
apura o riso
e torna em palavras tudo isso.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Seremos Deuses?

Sim, pupulou em minhas sinapses a ideia da imortalidade durante o Jornal da Cultura. Daí joguei lá no Face a coisa toda!

O gênio Eugênio comenta o que seria de nós, humanos, quando a nossa tecnologia atingisse o ápice de trazer-nos a imortalidade. Chips no cérebro, implantes musculares... Todas essas traquitanas são suficiente para eliminar nosso status de humanos, promovendo-nos a deuses? Seríamos dignos do título?

Segundo Bucci, estaríamos perdendo a identidade e a visão de que somos finitos, condição intocável desde a mitologia grega. É de se pensar, já que os deuses supostamente devem ser seres justos, virtuosos e superiores, imaterialistas (ao menos alguns).


Tiago Marquese sugere que "viver indefinidamente significa, de certa forma, escolher quando morrer, morrer quando der vontade. Isso já existe: alguns chamam de suicídio, outros de eutanásia".


Saibamos: escolher viver, escolher morrer, prolongar ou resumir a experiência do viver é, sim, brincar de deus.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Feliz Ano Novo Atrasado

É sempre assim... Chega a "época de festas" e meu espírito vira do avesso. Fico nostálgica, triste, chorosa. Lembro do passado, de coisas mal resolvidas. Penso no meu pai, nas merdas que já fiz e a sensibilidade toma conta. Basta uma garrafa de vinho pra me verem vertendo lágrimas como uma criança.

Tá, tá! Mas já passou! É quase carnaval e sinto-me renovada! Cheia de energia, sorte e alegria! Há grandes mudanças ocorrendo em minha vida, que me excitam exatamente por não haver nenhuma rotina ali.

Eu realmente vejo a vida como uma roda gigante. Quando no topo, sentimo-nos cheios de euforia e felicidade. Tudo é fácil, mais colorido e divertido. Mal percebemos, e a roda já começou a descer. Quando percebemos, estamos irritados com qualquer coisa, tudo dá errado e é como se o mundo fosse o nosso inimigo. Aos poucos, nos reanimamos e recuperamos energia, até completar a "barrinha de energia".

Você já percebeu isso na sua vida? "Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda peão! O tempo rodou num instante, nas voltas do meu coração!".

Eu sinto. E cada vez mais confirmo a teoria. Podem chamarme de louca, mas agora estou no topo da roda. Sei que em algum tempo, não sei quanto exatamente, vai começar a descer. É a vida, certo? Estou pronta para as descidas e subidas - espero!