sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Outro Banzé

Ontem o Banzé morreu.
Dócil, alegre e com uma vidinha tão comum e tranquila que chegava a ser entediante para a gente. Mas não para ele! Dá a pata, pega o osso, focinho na janela para dar o "oi" simpático de costume.
Banzé, quatorze anos atrás, veio embalado no colo de seu pseudo-dono, dentro do agasalho de moleton, chegou sonolento e não exigia muito que não fosse um cobertozinho e leite quente.
Apolo, à época, foi quem lhe ensinou a subir a pequena escada de três degraus, enfiando-lhe o focinho por trás para dar um maroto impulso.
Vaí lá, Banzé... Dá mais um daqueles seus "ois" simpáticos para o Apolo por mim.
Saudade...

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