quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Um convite

Há algum tempo, li um post sobre qualidade de vida no http://zenhabits.net/ que me interessou. Não guardei o link, mas felizmente anotei as dicas, que passei a aplicar à minha vida.

Esta atitude me rendeu mudanças positivas e significativas. Por isso, compartilho:

(A tradução não é literal, mas apenas uma adaptação).

Faça-se um convite para:

1. Parar de tentar ser "descolado" o tempo todo.
2. Abrir mão de ser o centro das atenções.
3. Deixar de querer ser único, especial.
4. Deixar de querer ser sempre perfeito.
5. Parar de se relacionar com pessoas que não gostam de você.
6. Evitar agir de forma egoísta.
7. Evitar se concentrar tanto. Algumas vezes, as idéias surgem em momentos inesperados.
8. Deixar de se preocupar com coisas pequenas, pois elas tiram o foco dos seus verdadeiros propósitos.
9. Permita-se deixar de organizar o tempo todo a mesa de trabalho ou o e-mail.
10. Abrir mão de ser feliz todo o tempo.
11. Desistir de buscar uma razão para amar. Estar vivo já é suficiente.
12. Deixar de tentar conquistar o corpo perfeito. Passe a cuidar mais da mente.
13. Abrir mão de ser tudo para todos, vivendo em função das expectativas alheias.
14. Deixar de se moldar por sua raça, signo, profissão, religião, partido político ou outros rótulos.
15. Deixar de sacrificar a sua vida só para se sentir importante em alguns aspectos.
16. Parar de tentar ser ultraprodutivo, principalmente se esse não for o seu forte.
17. Deixar de se preocupar em ter um emprego, um currículo ou uma vida respeitável. Tente um estilo de vida mais livre.
18. Deixar de se culpar constantemente.
19. Parar de pensar que não tem tempo ou capacidade de realizar seus sonhos.
20. Deixar de querer controlar todas as coisas, principalmente antes de tomar uma decisão. Agir por impulso às vezes é bom.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Intervindo na vida

Acerca do caso da morte da italiana que ficou 17 anos em coma, o Vaticano retoma a pauta da eutanásia e expressa com veemência o seu repúdio ao ato de desligar os aparelhos que alimentam uma pessoa em estado vegetativo, alegando que isto seria uma intervenção e, consequentemente, assassinato.


Ora, penso que, antes de o paciente e a família terem a opção de escolha se desejam o tratamento, é preciso refletir com mais profundidade.

Foi pensando nesta jovem mulher que eu comecei a ponderar uma série de questionamentos.


Será que não seria intervenção o fato de deixar a mulher em coma por 17 anos?

Quem define o destino da vida é a tecnologia da medicina?

Onde está a linha tênue entre os valores do Vaticano e liberdade de escolha do indivíduo neste caso?

Quem tem direito sobre a vida?

Quem tem direito sobre a morte?


Eu realmente não vejo a morte de Eluana como assassinato, tortura desumana, sacrifício, como pensa o grupo político que julga e acompanha o caso.

Penso que cada indivíduo tem direito de escolher. E se ele não tem capacidade de escolher, sua família detém este direito.