segunda-feira, 9 de março de 2009

Pequenas grades

Um ócio acima do desejado, sonolento, odiado, rejeitado pelos olhos cujas pálpebras insistem em os cobrir.

Fuga para leituras alternativas. Algo que traga alguma avidez para o momento. Parco é o resultado. A atenção se desvia, Morfeu retorna.

Eis que surge, envolto em uma luz dourada um texto interessante! 15 minutos de leitura e, como num orgasmo, tudo acaba. Mas fica aquela sensação de suavidade... de gozo.

É nesse vazio, nesse fim que antecede o próximo começo de qualquer coisa que a sensação de ter pequenas grades pressionando o ego é maior.

Que desperdício de idéia!

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