quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

O capítulo da novela de ontem.

Você viu a novela ontem? 
Eu não! Aliás, não tenho o costume de assistir a novelas. 

Também não acompanho o Big Brother, tampouco vejo as minisséries e programas dos canais de TV aberta. Muito às vezes, assisto aos jornais, ao Roda Viva na Cultura e ao CQC na Band. 

E o que eu vejo na TV? 
Quando eu me disponho a ficar na frente da telinha, passo o máximo de duas horas vendo séries, filmes, jornalismo, documentários de canais por assinatura.

Ao comentar esta minha rotina de vida com alguns colegas, não raro, a reação é de surpresa. Muitos me acham arrogante pela minha escolha por programas de canais fechados. Outros tantos se espantam pelo pouco tempo que me dedico à TV. Mas há os que acham mesmo um absurdo eu não saber quem é a Flora. 

Ora! O espanto é meu de ver tantas pessoas crentes na televisão como única fonte de cultura e entretenimento. Prefiro, sim, meus livros! E nem ligo que me chamem chata ou intelectual. 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Diálogo (revisado)

- Bom dia, senhor.
- Bom dia. 
- Com licença, mas preciso lhe informar que não é permitido fotografar este local.
- Me desculpe. 
- Queira perdoar, senhor, mas também não pode comer aqui.
- Ah, é? E por quê?
- Não é local adequado. 
- Claro. 
- Senhor
- Sim?
- Também não é permitido fumar neste local. 
- Entendo. Não é local adequado, certo?
- Isso mesmo!
- ...
- Com sua licença novamente, senhor.
- Sim?
- O senhor pretende ficar aqui por muito tempo?
- Não sei, não. Por quê?
- Também não pode ficar parado por aqui durante muito tempo, sabe?
- Oh! Então você talvez sugira que eu me retire!
- Desculpe-me, senhor. Eu não tenho autorização para sugerir. 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A sapatada justa

Durante uma coletiva de imprensa no Iraque, um jornalista joga seus sapatos contra o ainda presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. A população local, em alvoroço, apóia o meu colega de profissão (que, felizmente, tem boa mira) e pede sua liberdade. 

Foi justa a ação do cidadão? 
Antes de responder a mim mesma esta pergunta, pensei que, mesmo sendo da opinião que o caipira americano mereça muito mais que duas sapatadas, não foi uma atitude profissional a do jornalista, ainda mais sabendo que, para iraquianos, a sola dos sapatos tem um valor de alta ofensa. 

Aqui, a matéria completa e o vídeo do sapato voando.