terça-feira, 18 de novembro de 2008

24 horas sem música em São Paulo?

O artista e produtor musical Bill Drummond virá para a paulicéia em 21 deste mês com uma proposta ousada:
promover o Dia Sem Música. 

A intenção deste louco, que já chegou a queimar um milhão de libras, é levar as pessoas a refletirem sobre a sua relação com a música dentro de um contexto histórico. 

Eu confesso que, ao ler a matéria pela primeira vez, achei a maior idiotice do universo. Mas me propus a ler e entender melhor a história antes de julgar. Daí que a idéia do cara chamou tanto a minha atenção que virou um post aqui. Ele é excêntrico como eu e ganhou minha simpatia: Vou aderir ao Dia Sem Música. 

Faço isso porque acredito que todo ato de intervenção tem resultado quando a massa acredita e adere a ele, mesmo que em pequenas proporções. É mais uma TAZ, mais um sintoma de anarquia da nossa sociedade que nos libera do comodismo social.  

Leia o manifesto:

AVISO 

DIA SEM MÚSICA: 21 DE NOVEMBRO

 

No Dia Sem Música: 
Nenhum hino será cantado, 
Nenhum disco será tocado no rádio, 
IPods serão deixados em casa, 
Bandas de rock não se apresentarão, 
Maestros não subirão ao pódio, 
Vitrolas não girarão, 
A agulha não cairá, 
A tampa do piano não será levantada, 
Filmes não terão trilha sonora, 
Jingles não irão zunir, 
Os leiteiros não assobiarão, 
Grupos corais fecharão suas bocas, 
Estúdios não gravarão, 
MCs não passarão o microfone, 
Apresentações de bandas serão adiadas, 
Os violinos não farão serenatas, 
Nenhuma corda será tocada, 
Lojas de discos permanecerão fechadas o dia todo, 
E você não participará de qualquer tipo de atividade ou escuta musical, 
Dia Sem Música existe por varias razões, 
Você pode ter uma.


Um comentário:

  1. Pois é... estava pensando se as pessoas que organizam esses movimentos não morrem de frustração, já que a taxa de adesão é sempre muito baixa...

    vai saber...

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